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Soluções · DAS (Distributed Antenna Systems)

Sistemas DAS: levamos o sinal de rádio para o interior de túneis, metropolitanos, aeroportos e grandes edifícios.

Projetamos e instalamos sistemas de cabo radiante e de antenas distribuídas para a cobertura de rádio em túneis rodoviários e ferroviários, metropolitanos, aeroportos e grandes edifícios. Na mesma linha distribuímos as redes de rádio profissionais (TETRA, DMR, VHF/UHF), a telefonia móvel (GSM, 3G, LTE, 5G) e a redifusão FM e DAB+.

100+
túneis equipados com sistemas de cobertura de rádio
500+
km de troços equipados para os concessionários italianos
20+
anos de experiência em redes de missão crítica
SOA OS 19 Cat. II
qualificação para os concursos públicos
Em síntese

No túnel, no metropolitano, nos pisos enterrados e nos edifícios em betão armado o sinal de rádio não entra a partir do exterior: as paredes atenuam-no até o tornarem inutilizável. A equipa de manutenção perde o contacto com a sala operacional assim que passa a entrada e quem se encontra no interior não consegue ligar para o 112. Aumentar a potência dos sistemas exteriores não resolve, porque o sinal fica na mesma retido nas estruturas que deveria atravessar.

Um sistema DAS distribui o sinal a partir do interior: uma linha percorre o ambiente e irradia-o ao longo de todo o traçado. O cabo radiante cobre os ambientes lineares, como os túneis rodoviários, ferroviários e do metropolitano; as antenas distribuídas cobrem os espaços abertos e em vários níveis, como as aerogares e os grandes edifícios.

Componentes passivos de um sistema DAS instalados na parede
Os desafios

O que torna difícil levar o sinal de rádio a um ambiente fechado.

Os três problemas que um sistema DAS tem de resolver, do cálculo de projeto à exploração diária.

  • A atenuação ao longo da linha

    A linha de distribuição perde potência em cada metro de cabo, em cada acoplador e em cada divisor. Se o cálculo não tiver em conta todas as perdas, o último troço fica sem cobertura útil enquanto o primeiro recebe mais sinal do que o necessário. A uniformidade da cobertura depende do modo como são dimensionados os componentes passivos e os amplificadores de linha.

  • Vários serviços na mesma linha

    Na mesma linha convivem redes de rádio profissionais, telefonia móvel e redifusão FM e DAB+, cada uma com a sua banda e o seu nível de potência. São necessários filtros, combinadores e componentes passivos escolhidos para toda a gama de frequências distribuídas, caso contrário os sinais de um serviço perturbam os de outro.

  • As avarias que não se veem

    Um curto-circuito no cabo radiante provocado por um incêndio, ou uma linha aberta por um conetor defeituoso, deixam sem comunicações toda a área servida por esse troço: os equipamentos no local técnico continuam a funcionar e não assinalam nada. Por isso controlamos de forma contínua a continuidade da linha e a presença das portadoras, em vez de esperar pela primeira chamada que não passa.

O esquema

Como é feito um sistema DAS.

Uma linha de distribuição vista do início ao fim: a unidade master combina os serviços no local técnico, a unidade remota repõe o sinal em radiofrequência ao longo do percurso e o divisor reparte-o entre o cabo radiante e as antenas distribuídas.

LOCAL TÉCNICOfontes de sinalTETRA · DMRGSM · LTE · 5GFM · DAB+Unidade mastercombina os serviçosligação em fibraUnidade remotaao longo do percursodivisoramplificador de linhacarga de terminaçãocabo radianteacopladorantenas distribuídas
Cabo radiante
O cabo radiante é uma linha coaxial que irradia o sinal em todo o seu comprimento. É a escolha para os ambientes lineares como os túneis, onde a cobertura tem de ser contínua de uma entrada à outra.
Antenas distribuídas
As antenas distribuídas são alimentadas pela mesma linha e cobrem, cada uma, a sua área. São necessárias nos espaços abertos e em vários níveis, como as aerogares, os átrios e os pisos enterrados de um grande edifício.
Componentes passivos
Divisores, acopladores direcionais e cargas de terminação repartem o sinal entre as ramificações e fecham a extremidade de cada troço. Os amplificadores de linha recuperam a atenuação ao longo do percurso.
Unidade master e unidade remota
A unidade master combina as fontes de sinal e alimenta a linha de distribuição. As unidades remotas, ligadas em fibra ótica, repõem o sinal em radiofrequência ao longo do percurso e alimentam os troços mais distantes.
Os sistemas

O que inclui um sistema DAS.

Os sistemas que realizamos e o que cada um contém, da unidade master às medições de comissionamento.

  • Unidade master e fontes de sinal

    • Estações base de rádio, repetidores e recetores FM e DAB+ instalados no local técnico ou no shelter
    • Unidade master que combina os serviços na linha de distribuição e regula os seus níveis
    • Filtros, duplexadores e combinadores à entrada, um para cada banda distribuída
    • Níveis de potência de entrada definidos serviço a serviço nos valores previstos no projeto
    • Conversão do sinal para a distribuição digital em fibra ótica, onde o projeto a prevê
  • Cabo radiante

    • Instalação do cabo radiante ao longo da parede lateral do túnel ou nas condutas técnicas do edifício, à cota prevista no projeto
    • Fixação com espaçamento constante e respeito pelo raio mínimo de curvatura
    • Uniões, conetores e cargas de terminação montados e vedados contra a humidade
    • Vários troços alimentados separadamente, onde uma única linha não cobre todo o comprimento
    • Etiquetagem dos troços e dos pontos de acesso, para que as equipas de manutenção reencontrem cada ramo da linha
  • Antenas distribuídas

    • Antenas instaladas no teto, na parede e nos nichos, nos pontos indicados pelo cálculo de cobertura
    • Cabos coaxiais de ligação dimensionados em função do comprimento de cada ramificação
    • Antenas nas entradas e nas ligações entre ambientes, onde a linha de cabo radiante se interrompe
    • Cobertura das áreas blindadas: pisos enterrados, caixas de escadas, corredores de serviço e locais técnicos
    • Verificação do nível de sinal em cada área servida pelas antenas
  • Componentes passivos

    • Divisores de potência e acopladores direcionais para repartir o sinal entre as ramificações
    • Cargas de terminação na extremidade de cada troço
    • Atenuadores fixos para equilibrar os níveis entre ramificações de comprimento diferente
    • Conetores e adaptadores escolhidos para toda a gama de frequências distribuídas
    • Descarregadores de sobretensão nas linhas de RF e ligação à instalação de terra
  • Amplificadores de linha e unidades remotas

    • Amplificadores de linha alojados nos nichos e nos armários ao longo do percurso
    • Unidades remotas que repõem em radiofrequência o sinal recebido em fibra ótica
    • Ligações óticas em cascata, em estrela ou redundantes, consoante o comprimento e a criticidade do troço
    • Regulação dos ganhos para manter em toda a linha os níveis previstos no projeto
    • Alimentação dedicada e unidades de alimentação ininterrupta para cada equipamento ativo
  • Monitorização da linha e dos serviços

    • TP-CCV2 no armário das estações base de rádio: assinala curto-circuitos e linhas abertas no cabo radiante
    • Componentes passivos TP-035 e TP-035A para injetar o sinal de controlo na linha sem interromper os serviços
    • TP-RFX ligado a uma antena no ambiente coberto: controla as portadoras TETRA, DMR, FM e DAB presentes
    • TP-CELLX no ambiente coberto: verifica a cobertura celular 2G, 3G e 4G dos operadores
    • Track-TP como plataforma de supervisão, com notificações por email, traps SNMP, WhatsApp e Telegram
  • Comissionamento e medições

    • Ensaio de continuidade e de isolamento do cabo radiante antes da entrada em serviço
    • Relação de ondas estacionárias (ROE) nas antenas, nos cabos de descida e nos troços de cabo radiante
    • Localização dos defeitos na linha com a medição da distância ao ponto de avaria
    • Atenuação e níveis de sinal ao longo do percurso, comparados com o cálculo de projeto
    • Ensaios de cobertura e de chamada em todos os serviços distribuídos, com auto de comissionamento assinado
Antenas de um sistema DAS instaladas no teto de um túnel rodoviário.
Antenas de um sistema DAS instaladas no teto de um túnel rodoviário.
FAQ

Perguntas frequentes.

As perguntas que mais nos chegam sobre este tipo de instalação.

Qual é a diferença entre um sistema DAS passivo e um ativo?

Muda o modo como o sinal chega até ao ponto a cobrir. Num sistema passivo o sinal sai dos equipamentos do local técnico e percorre apenas cabos e componentes passivos: a solução é simples e não exige equipamentos a alimentar ao longo do percurso, mas a atenuação do cabo limita o comprimento servido. Num sistema ativo o sinal viaja em fibra ótica até às unidades remotas instaladas ao longo do traçado, que o repõem em radiofrequência junto da área a cobrir: servem-se distâncias maiores e regulam-se os níveis serviço a serviço, em troca de equipamentos a alimentar e a manter sob controlo. A escolha faz-se com o balanço de ligação, em função do comprimento a cobrir e do número de serviços distribuídos.

Os equipamentos que geram o sinal estão incluídos no sistema DAS ou são fornecidos por quem detém a rede?

O sistema DAS é a parte que leva o sinal ao ambiente a cobrir: unidade master, linha de distribuição, cabo radiante, antenas e componentes passivos. Já os equipamentos que geram o sinal dependem do serviço distribuído. Para a rede de rádio do cliente somos nós que fornecemos e instalamos as estações base de rádio ou os repetidores no local técnico. Para a telefonia móvel os equipamentos são fornecidos pelo operador, e no projeto prevemos o espaço no bastidor, a alimentação e o ponto de ligação à linha. Para a redifusão FM e DAB+ os recetores permanecem no local técnico e recebem o sinal de uma antena exterior. A divisão dos fornecimentos fica por escrito antes de abrir a obra, porque define também quem responde por cada equipamento quando o sistema está em exploração.

Um sistema DAS já instalado pode ser atualizado com novas bandas ou novos serviços?

Muitas vezes sim, mas o sistema existente tem de ser verificado primeiro. Cabo radiante, antenas, divisores, acopladores e conetores trabalham numa gama de frequências definida: se a nova banda estiver dentro dessa gama, intervém-se normalmente nos equipamentos de cabeceira e nos filtros de entrada; se ficar fora, os componentes passivos têm de ser substituídos. Antes de orçamentar uma atualização medimos as linhas existentes e comparamos os valores com os do projeto original, porque num sistema com alguns anos alguns troços podem já estar degradados. O levantamento diz se compensa atualizar o sistema ou refazer a distribuição.

Um sistema DAS pode distribuir também uma rede privada LTE ou 5G?

Sim. Na mesma linha já distribuímos redes de rádio profissionais, telefonia móvel e redifusão FM e DAB+: as bandas de uma rede privada LTE ou 5G acrescentam-se do mesmo modo, depois da verificação do balanço de ligação. A rede é fornecida pelo operador escolhido pelo cliente; nós projetamos, instalamos e comissionamos a distribuição.

De que depende o custo de um sistema DAS?

O custo depende de quatro fatores: o comprimento ou a superfície a cobrir, o número de serviços distribuídos na mesma linha, o tipo de distribuição escolhido e as condições em que se trabalha. Um ambiente linear servido por um único troço de cabo radiante custa muito menos do que um sistema ativo com unidades remotas em fibra ótica e várias bandas distribuídas. Pesa também a obra: num ambiente que permanece em exploração trabalha-se por janelas horárias acordadas com o gestor e os prazos alongam-se. Um valor fiável obtém-se depois do estudo de cobertura e do balanço de ligação, que determinam quantos equipamentos e quantos componentes passivos são efetivamente necessários.

Contactos

Cada sistema DAS começa por um levantamento no local e por um estudo de cobertura.

Para cada projeto oferecemos uma proposta técnico-económica personalizada de acordo com as necessidades do cliente — análise de viabilidade, estudo de cobertura rádio e planeamento da intervenção.