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Serviços · Projeto de instalações de rádio

Projeto de instalações de rádio: arquitetura das estações, equipamentos, alimentação e locais técnicos, até aos esquemas, ao caderno de encargos e ao mapa de quantidades.

Do estudo de cobertura rádio ao projeto da instalação: quantas estações são necessárias, como se ligam à sala de controlo, que equipamentos alojam e como são alimentadas e ligadas à terra. Entregamos relatório técnico, esquemas, plantas, caderno de encargos e mapa de quantidades.

TETRA · DMR · P25 · VHF/UHF
tecnologias projetadas
100+
túneis equipados
SOA OS 19 Cat. II
qualificação para concursos públicos
20+anos
experiência
O serviço

O estudo de cobertura rádio indica onde colocar as estações, com que potência transmitir e com que antenas. Falta projetar a instalação que as torna operacionais, e é aqui que se cometem os erros mais caros: locais técnicos demasiado apertados para o bastidor, alimentação calculada para menos equipamentos do que a instalação terá na realidade, antenas previstas em suportes cuja resistência ninguém verificou. Descobrem-se com a obra já iniciada, quando para corrigir é preciso parar o estaleiro e refazer os desenhos.

A Teleproject projeta a instalação em todas as suas partes, da arquitetura da rede ao esquema de cablagem de cada equipamento: número de estações e ligações à sala de controlo, equipamentos de rádio, locais técnicos e shelters, alimentação, rede de terras, suportes e antenas. As instalações que projetamos são as mesmas que depois montamos e mantemos, e isso nota-se no projeto: há espaço para intervir, os equipamentos escolhidos têm peças de substituição disponíveis ao longo do tempo, a monitorização está prevista desde o início.

Esquema de uma instalação PMR em túnel: quatro cabinas técnicas, dorsais em fibra monomodo, combinadores TX e RX, amplificação de FM e DAB+ com break-in e monitorização do cabo radiante com TP-CCV2.
Esquema de uma instalação PMR em túnel: quatro cabinas técnicas, dorsais em fibra monomodo, combinadores TX e RX, amplificação de FM e DAB+ com break-in e monitorização do cabo radiante com TP-CCV2.
Os projetos

Três tipos de projeto.

O conteúdo do projeto muda consoante a instalação seja nova, tenha de ser adaptada ou as peças se destinem a colocar os trabalhos a concurso.

  • Instalação nova

    Projetamos a rede da arquitetura a cada estação: equipamentos de rádio, locais técnicos, alimentação, suportes, cablagens e ligação à sala de controlo, até às peças que o empreiteiro utiliza em obra.

  • Adaptação de uma instalação existente

    Levantamos a instalação em serviço, verificamos o que continua utilizável e projetamos as intervenções: substituição dos equipamentos, acréscimo de novas estações, renovação da alimentação ou da ligação à terra, passagem de uma rede analógica a uma rede digital.

  • Projeto para concurso

    Preparamos as peças que o dono da obra coloca a concurso: caderno de encargos técnico, lista de materiais e mapa de quantidades com estimativa de custos, redigidos de modo que as propostas dos empreiteiros sejam comparáveis entre si.

O projeto

O que abrange o projeto.

Os sistemas que projetamos e as opções que fixamos para cada um antes da abertura do estaleiro.

  • Arquitetura do sistema

    • Divisão da rede em estações, com a função atribuída a cada uma: estação base, repetidor, estação de dorsal
    • Ligações entre as estações e a sala de controlo: fibra ótica, ligações por micro-ondas, linhas dedicadas
    • Percursos de reserva e funcionamento da rede quando uma ligação falha
    • Pontos em que prever redundância: alimentação, cadeias RF, equipamentos de rede e servidores
    • Serviços que têm de conviver na mesma infraestrutura: rede da concessionária, comunicações de emergência, telefonia móvel, FM e DAB+
  • Equipamentos de rádio e cadeia RF

    • Escolha dos modelos de estação base, repetidor e terminal que cumprem os valores fixados pelo estudo de cobertura rádio
    • Número de portadoras por estação e, nas redes simulcast isofrequência, equipamentos de sincronização entre as estações
    • Composição da cadeia RF: duplexadores, combinadores, filtros de cavidade, acopladores e descarregadores de sobretensão
    • Escolha dos cabos de descida e dos conectores, com as perdas admitidas em cada troço
    • Compatibilidade com os equipamentos e os terminais que o cliente já tem em serviço
  • Suportes, antenas e trabalhos mecânicos

    • Escolha e posição dos suportes: postes, torres treliçadas, mísulas e abraçadeiras nas estruturas existentes
    • Cargas que as antenas e os cabos de descida transmitem ao suporte e à estrutura de apoio, fornecidas ao técnico que realiza a verificação estrutural
    • Cota, azimute e inclinação de cada antena, indicadas nos desenhos de montagem
    • Percurso dos cabos de descida, fixações, passa-cabos e entrada no local técnico
    • Vias de acesso para a montagem e para a manutenção, com os pontos de amarração previstos para a segurança dos operadores
  • Cabo radiante e DAS em túnel

    • Percurso do cabo radiante ao longo do tubo: cota, distância à parede e espaçamento das fixações
    • Posição dos nichos e dos armários que alojam amplificadores de linha, acopladores e cargas de terminação
    • Alimentação e ligação à terra dos equipamentos instalados no túnel
    • Antenas nos pontos onde o cabo radiante não chega: portais, ligações entre os tubos e vias de evacuação
    • Pontos de injeção do sinal no cabo radiante e preparação da monitorização da continuidade com o TP-CCV2
  • Locais técnicos e shelters

    • Disposição de bastidores e equipamentos no local, com os espaços de acesso necessários à manutenção
    • Potência térmica dissipada pelos equipamentos e dimensionamento da climatização
    • Entrada dos cabos, caminhos de cabos, armários de repartição e percursos separados entre linhas de potência e linhas de sinal
    • Shelters técnicos e armários de exterior nas estações sem um local utilizável
    • Sensores ambientais e contactos de alarme do local, com o envio das sinalizações para a sala de controlo
  • Alimentação, continuidade e ligação à terra

    • Cálculo dos consumos de cada estação, dimensionamento da linha e dos quadros de distribuição
    • UPS e baterias tampão dimensionadas para a autonomia exigida pelo cliente
    • Preparação para um grupo eletrogéneo ou para outra alimentação de reserva, quando o cliente a solicita
    • Rede de terras da estação, com ligação de bastidores, equipamentos, suportes e caminhos de cabos
    • Descarregadores de sobretensão nas linhas RF, de alimentação e de dados, e ligações equipotenciais do local
  • Rede de transporte e sala de controlo

    • Dorsais em fibra ótica e troços em cobre entre as estações, os locais técnicos e a sala de controlo
    • Equipamentos de rede, alimentação PoE, armários de repartição e plano de endereçamento IP
    • Número de postos de operador, canais atribuídos a cada um, consolas de despacho e gravador de voz
    • Localização, alimentação e climatização dos equipamentos centrais que servem a sala de controlo
    • Envio dos alarmes de cada estação para a sala de controlo e para o Track-TP
  • Peças, caderno de encargos e mapa de quantidades

    • Relatório técnico com as opções de projeto, os dados de partida e os critérios de dimensionamento
    • Esquema de blocos da rede, esquemas elétricos, esquemas RF e plantas de cada estação
    • Plano de etiquetagem de equipamentos, cabos e conectores, referido em todos os esquemas
    • Caderno de encargos técnico, lista de materiais e mapa de quantidades com estimativa de custos
    • Peças de apoio aos processos de licenciamento e ao pedido de atribuição das frequências
As fases

Como decorre um projeto.

As fases que seguimos, da recolha dos dados de partida à entrega das peças e à assistência durante os trabalhos.

  1. Etapa 01

    Dados de partida e levantamento no local

    Reunimos o estudo de cobertura rádio, os requisitos do cliente, a documentação das instalações já existentes e as condicionantes impostas pelo gestor da infraestrutura; visitamos depois as estações para levantar espaços, alimentação disponível, acessos e estruturas utilizáveis.

  2. Etapa 02

    Arquitetura e escolha dos equipamentos

    Definimos quantas estações compõem a rede, como se ligam à sala de controlo e que pontos tornar redundantes, e escolhemos e dimensionamos depois equipamentos de rádio, antenas, linhas RF e equipamentos de rede.

  3. Etapa 03

    Projeto das instalações de estação

    Projetamos locais técnicos e shelters, alimentação e continuidade, ligação à terra e proteção contra descargas atmosféricas, suportes e montagem das antenas, percursos dos cabos e cablagens de cada equipamento.

  4. Etapa 04

    Peças, caderno de encargos e mapa de quantidades

    Entregamos relatório técnico, esquemas, plantas, desenhos de montagem, caderno de encargos técnico, lista de materiais e mapa de quantidades com estimativa de custos, no formato exigido pelo cliente ou pelas peças do concurso.

  5. Etapa 05

    Assistência durante os trabalhos

    Respondemos às questões do empreiteiro, analisamos os materiais propostos em substituição, participamos nas verificações em obra e atualizamos as peças de acordo com a instalação efetivamente executada.

Entregáveis

O que recebe.

As peças que ficam com o cliente, utilizáveis em concurso, em obra e durante a exploração da instalação.

  • Relatório técnico do projeto

    As opções de projeto e os critérios de dimensionamento de cada sistema, com os dados de partida declarados e os cálculos anexos.

  • Esquemas elétricos, esquemas RF e plantas

    O esquema de blocos da rede, os esquemas de cada estação e as plantas dos locais técnicos, com a posição de cada equipamento e o percurso de cada cabo.

  • Desenhos de instalação das antenas e dos suportes

    O desenho de montagem de cada antena, com cota, azimute, inclinação, tipo de abraçadeira e cargas transmitidas ao suporte.

  • Caderno de encargos técnico

    O desempenho exigido a cada equipamento e a cada tarefa, com os critérios de aceitação a verificar no comissionamento.

  • Lista de materiais e mapa de quantidades

    A relação de equipamentos, antenas, cabos, acessórios e trabalhos, com as quantidades previstas para cada estação, e o mapa de quantidades com estimativa de custos das tarefas.

  • Peças para os processos de licenciamento

    Os documentos técnicos exigidos para as autorizações e para o pedido de atribuição das frequências, preparados juntamente com o resto do projeto.

FAQ

Perguntas frequentes.

As perguntas que nos chegam com mais frequência sobre este serviço.

É preciso um projeto mesmo para acrescentar uma única estação a uma rede já em serviço?

Sim, porque uma estação nova não é um elemento isolado: é preciso decidir a ligação à sala de controlo, a alimentação, a ligação à terra, o suporte onde instalar as antenas e os canais a utilizar. Depois é preciso verificar o efeito sobre a rede já em serviço: a reutilização das frequências, as áreas de sobreposição com as estações vizinhas e, nas redes simulcast isofrequência, a sincronização com as restantes estações. O trabalho começa sempre pelo levantamento da instalação existente, porque a documentação disponível nem sempre corresponde ao que foi executado ao longo dos anos.

Quem realiza a verificação estrutural do poste ou da torre treliçada que suporta as antenas?

A verificação estrutural do suporte compete a um técnico habilitado, que a assina sob a sua responsabilidade. A nossa função é fornecer-lhe os dados do projeto de rádio: peso e superfície exposta ao vento de cada antena, cota de instalação, cargas transmitidas pelos cabos de descida e posição dos apoios no suporte. Se o cliente ainda não tiver contratado um técnico, coordenamos a sua intervenção, para que a verificação chegue antes da encomenda do suporte e não com a montagem já iniciada.

O que acontece se uma estação prevista no projeto não puder ser utilizada?

Pode acontecer que uma estação deixe de estar disponível depois da entrega do projeto: o proprietário do terreno não concede o acesso, o local técnico não tem espaço ou alimentação suficientes, o suporte existente não aguenta as antenas previstas. Nesses casos identificamos uma estação alternativa e verificamos a sua cobertura em simulação, recalculamos o balanço da ligação e, se mudarem as sobreposições com as estações vizinhas, revemos o plano de frequências. Atualizamos depois as peças afetadas, esquemas, plantas, desenhos de montagem das antenas e lista de materiais, para que o empreiteiro trabalhe sempre com a última versão.

O mapa de quantidades com estimativa de custos indica quanto vão custar os trabalhos?

O mapa de quantidades com estimativa de custos estima o valor dos trabalhos: aplica às quantidades previstas no projeto os preços unitários das tarefas e dos materiais. É uma estimativa de projeto, não um orçamento: o valor efetivo é fixado pelas propostas dos empreiteiros, que variam com as condições do estaleiro e com os preços dos materiais e da mão de obra. Serve ao dono da obra para afetar os recursos e para comparar as propostas numa base comum, porque todas se referem às mesmas quantidades e às mesmas tarefas.

Contactos

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Um dos nossos gestores de projeto analisa as necessidades específicas do projeto e prepara uma proposta técnico-económica dedicada.